Os dois 25 de outubro: um do Exército que torturava e matava, outro do Exército do Lula que defende a democracia
03 de novembro de 2026 - 12h35
Por Lúcia Rodrigues
A vitória monumental de Lula no último domingo, 25 de outubro, lavou a alma dos verdadeiros patriotas deste país e nos transformou em exemplo para o mundo.
Os 64.256.232 de votos recebidos por ele também foram o triunfo sobre o mal encarnado no torturador Ustra e em seus defensores.
Quis o destino que a eleição de segundo turno de 2026 ocorresse na mesma data em que 51 anos antes, o jornalista Vladimir Herzog, o Vlado, era assassinado sob tortura no DOI-Codi de São Paulo pelos verdugos da ditadura militar.
Em 1975, era essa turma que dava as cartas.
E era isso que essa corja fascista miliciana queria trazer de volta ao país.
Não conseguiram.
O povo brasileiro percebeu o risco que corria e derrotou o criminoso.
Em menos de 48 horas após o resultado das urnas sagrarem Lula pela quarta vez presidente da República do Brasil, o miliciano fascista fugiu para os Estados Unidos, país para o qual bate continência.
A covardia é a marca registrada dele. Defensor da tortura, não aguenta o diálogo na democracia.
Já havia defecado nas calças durante o debate na Band para a Prefeitura do Rio de Janeiro, 10 anos antes, em 2016.
A cena viralizou, antes mesmo das redes sociais estarem disseminadas.
No debate da Globo deste segundo turno, o covarde tentou humilhar Lula por o presidente ter um dedo a menos em uma das mãos.
Tomou uma invertida do altivo Lula, que o nocauteou no tablado da Vênus Platinada.
O Silva disse que havia perdido o dedo aos 17 anos trabalhando, coisa que o miliciano nunca havia feito na vida.
E ainda cravou que se não trabalhasse, não comia. E que era apenas mais um brasileiro assim como milhares de mutilados em nosso país pela irresponsabilidade patronal que os obriga a trabalhar sob risco.
Como não se identificar com Lula?!
O Brasil disse não a essa corja.
E o mundo aplaudiu.
O L virou símbolo de resistência nos quatro cantos do planeta.
O olê, olê, olê, olá, Lula, Lula, que embalou as manifestações de rua de norte a sul do país, pela reeleição do presidente, começou a ecoar pelo mundo afora.
Até mesmo nas arquibancadas e no asfalto do autódromo da Cidade do México, ao término do GP de Fórmula 1 que deu o título mundial ao italiano, Kimi Antonelli.
#OleOlaLula
Olhem o estádio na cidade do México, GP F1. Kimi campeão e a galera cantando:
“Olê, olê, olê, olá. Lula, Lula” https://t.co/5OZqZk3Wnm— Nilton Mattos da Silva (@mattosnew) November 1, 2026
Pedro Sanchez, na Espanha, Mélenchon, na França, os hermanos peronistas, na Argentina, já copiaram o nosso modelo de Exército do Lula, para replicar em seus países e derrotarem a extrema direita nas próximas eleições.
Somos exemplo para todos os que habitam a Terra redonda.
Mas precisamos nos manter mobilizados nas ruas e nas redes, porque o inimigo é tinhoso e traiçoeiro.
O Brasil começou a onda que irá varrer o fascismo do planeta. Mas eles vão tentar contra-atacar, temos de ter essa clareza.
Por isso, nossa força está em nossa união, seja nas ruas, seja nas redes, atuando em bloco contra os fascistas.
No novo tempo, apesar dos perigos, da força mais bruta, da noite que assusta. Estamos na luta!
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