Evangélicos perdem terreno, e ‘desigrejados’ crescem no Brasil, revela pastor batista
31 de maio de 2026 - 09h50
Da redação
As igrejas evangélicas estão perdendo fiéis no Brasil e os ‘desigrejados’ já são a segunda força, atrás apenas dos crentes da Assembleia de Deus, nesse universo religioso.
Essa é constatação do pastor batista, Ed René Kivitz.
Ele chegou a essa conclusão não baseado em pesquisas, mas na verificação empírica de pastor que presidiu a Igreja Batista de Água Branca durante 36 anos.
A revelação foi feita ao jornalista Juca Kfouri, em entrevista na TVT.
Kivitz chama de ‘desigrejados’ os fiéis de todas as congregações que abandonam as igrejas evangélicas em contraposição ao dogmatismo imposto por esses templos.
Pastor muito mais próximo da visão da Teologia da Libertação do que da confissão evangélica, Kivitz é praticamente um estranho no ninho.
Inquisição
Importante lembrar que a Igreja Católica também tem sua tradição fincada em um dogmatismo extremista, e que a Teologia da Libertação, sufocada pelo Papa João Paulo 2°, é exceção e não regra dentro da Santa Sé.
Os papas Pio XI e Pio XII conviveram em harmonia na Itália com o fascista Benito Mussolini.
Foi justamente no pontificado de Pio XI que a Igreja Católica assinou com o ditador fascista o Tratado de Latrão, em 1929, que criou o Estado do Vaticano.
Isso para não falar dos tribunais do Santo Ofício, durante a Inquisição na Idade Média, que mandaram para a fogueira milhares de pessoas consideradas hereges.



